quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Reforma Ortográfica

Para aqueles que tanto criticaram a Reforma Ortográfica, que falaram que é feia, que empobrece a língua e que vai acabar com o português, que falaram dos horrores do fim do trama, da ideia e do micro-ondas, eu tenho uma pergunta:

Doeu?

7 comentários:

Ju Dacoregio disse...

Doeu e ainda tá doendo.

Ju Dacoregio disse...

Microondas agora é com hífem?

Alexandre Lemke disse...

Agora quando as vogais são iguais coloca-se hífen.

léo disse...

Não senti ainda. haha. num escrevi sequer um texto de acordo com a reforma.

Rodrigo Diana disse...

Tenho um nome para essa dor:
frescura.

Daniela disse...

hahahaha.

concordo com quem disse que é frescura.

nem faz tanto tempo farmacia escrevia-se com ph e flor com ô.

e hj a gente acha estranhíssimo pensar que foi assim.

os reclamoes passarão, e se nao passarem vao passar sim, atestado de idade: esse aí é do tempo do trema :)

qto mais velha a pessoa, mais resistência a mudanças (há exceçoes, como em tudo)

Guto disse...

Eu acho que isso tem a ver com a sua relação com a língua.

Nós podemos ser mais ou menos íntimos da língua, no nosso próprio modo de entendê-la.

E particularmente, meu problema com a reforma ortográfica é que ela tenta me convencer de que a minha língua portuguesa-brasileira é igual ao que falam em Guiné, Portugal ou seja lá.

Gosto das peculiaridades da minha língua. Acho que aqui vocês esquecem que a grande crítica a essa reforma é que ela acaba com peculiaridades locais, tenta unificar diferenças que surgiram por peculiaridades histórico-culturais de cada país. Pequenas, eu sei. Mas ainda assim...

Eu não falo o português feio de Guiné!

(E pra possíveis desocupados que queiram mal-interpretar essa última frase, podem trocar Guiné por Portugal.)